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terça-feira, 28 de abril de 2026

(CA-CHQAO) - QUESTEÃO

Segundo Durland Puppin de Faria, em Introdução à História Militar Brasileira, a Segunda Batalha dos Guararapes (1649) diferenciou-se da primeira por um aspecto de planejamento noturno. Qual foi a manobra realizada pelas forças luso-brasileiras que selou o destino dos holandeses?
A) A construção de uma ponte flutuante para atravessar o rio sem serem detectados.
B) A infiltração de Henrique Dias dentro de Recife para incendiar os armazéns de pólvora.
C) O contorno noturno do dispositivo holandês, ocupando os altos que dominavam as passagens antes do amanhecer.
D) O uso de sinais luminosos para coordenar um ataque conjunto com a esquadra enviada de Portugal.
E) A rendição fingida de uma ala do exército para atrair o General Van Schkoppe para uma armadilha de fogo.

(CA-CHQAO) - QUESTEÃO

Sobre a Primeira Batalha dos Guararapes (1648), FARIA, em Introdução à História Militar Brasileira, menciona uma decisão tática crucial de João Fernandes Vieira no início do combate. Qual foi essa decisão?
A) Atacar os holandeses enquanto estes ainda estavam embarcados no porto de Recife.
B) Aguardar o inimigo no "Boqueirão", uma passagem estreita que impedia os holandeses de utilizarem toda a sua largura de frente de batalha.
C) Abandonar os montes e marchar para uma batalha campal em campo aberto, confiando no número de soldados.
D) Enviar Filipe Camarão para um ataque de flanco usando exclusivamente embarcações leves.
E) Recuar para o interior (sertão) para forçar os holandeses a uma marcha exaustiva de vários dias.

(CA-CHQAO) - QUESTEÃO

Antônio Dias Cardoso é frequentemente chamado de "Mestre das Emboscadas". No contexto da Batalha do Monte das Tabocas, como ele utilizou o terreno para neutralizar a superioridade de fogo dos mosqueteiros holandeses?
A) Posicionou sua artilharia no topo do monte, garantindo maior alcance que os canhões holandeses.
B) Atraiu o inimigo para um bambual denso, onde a formação rígida em "xadrez" dos holandeses se fragmentava, permitindo o combate aproximado.
C) Utilizou uma carga de cavalaria pesada para romper o centro das brigadas holandesas na planície.
D) Criou uma linha de trincheiras profundas que impediam o avanço dos piqueiros holandeses.
E) Simulou uma retirada em direção ao mar para forçar os holandeses a abandonar suas posições defensivas.

(CA-CHQAO) - QUESTEÃO

Durante a fase da Insurreição Pernambucana, a doutrina da "Guerra Brasílica" não era apenas uma escolha tática, mas uma necessidade logística. Segundo FARIA, em Introdução à História Militar Brasileira,, qual era a principal diferença no tratamento de feridos e na saúde das tropas entre os dois exércitos?
A) Os holandeses possuíam hospitais de campanha superiores, enquanto os luso-brasileiros dependiam exclusivamente de curandeiros indígenas.
B) Os luso-brasileiros sofriam mais com o escorbuto devido à dieta baseada em farinha de mandioca e carne seca.
C) Os holandeses eram mais vulneráveis a doenças tropicais e ao escorbuto, enquanto a dieta luso-brasileira (frutas e raízes) oferecia uma proteção natural.
D) A logística de medicamentos era idêntica, mas os luso-brasileiros utilizavam o "fogo grego" para cauterizar feridas em combate.
E) Os luso-brasileiros evitavam o uso de água dos rios, preferindo o vinho transportado de Portugal para evitar a disenteria.

(CA-CHQAO) - QUESTEÃO

Segundo Durland Puppin de Faria, em Introdução à História Militar Brasileira, qual foi a manobra tática decisiva utilizada pelos luso-brasileiros na Segunda Batalha dos Guararapes (1649) para surpreender os holandeses?
A) O suborno de comandantes holandeses para abandonarem o boqueirão.
B) A infiltração noturna por passagens a oeste, permitindo atacar o inimigo pela retaguarda.
C) A espera passiva por um ataque holandês para aproveitar a fadiga do inimigo.
D) O uso de fogo grego para incendiar o acampamento holandês no Oiteiro.
E) Um cerco naval que impediu a retirada holandesa pelo mar.

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