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quinta-feira, 18 de junho de 2026

(CA-CHQAO) - QUESTEÃO

Após a consolidação da independência na Bahia, as forças navais lideradas por Lord Cochrane e, posteriormente, por seu subordinado John Pascoe Grenfell, estenderam a campanha de pacificação e adesão ao Império para o Norte do Brasil (Maranhão e Pará). De acordo com FARIA, a estratégia inicial utilizada por ambos os comandantes para subjugar as capitais São Luís e Belém baseou-se em:
A) Longos cercos terrestres combinados com o bloqueio total da entrada de suprimentos e alimentos pelos portos.
B) Uso de blefes e ameaças de destruição das cidades por meio de bombardeios navais para forçar a capitulação das autoridades locais.
C) Negociações diplomáticas pacíficas intermediadas por líderes religiosos locais, como o Cônego Batista de Campos.
D) Alianças militares imediatas com as lideranças das rebeliões populares que já controlavam o interior das províncias.
E) Envio de tropas de infantaria do Rio de Janeiro para combater diretamente os brigues de guerra lusitanos ancorados nos portos.

(CA-CHQAO) - QUESTEÃO

A consolidação da Independência no Piauí e no Maranhão foi marcada pela violenta resistência liderada pelo Major João José da Cunha Fidié, oficial português de elite. Embora as forças brasileiras tenham sido derrotadas militarmente em um confronto direto, a ação enfraqueceu o aparato luso. O texto refere-se à batalha travada em 13 de março de 1823 conhecida como:
a) Batalha de Pirajá.
b) Batalha de Cachoeira.
c) Batalha do Jenipapo.
d) Batalha de Caxias.
e) Capitulação de Taboca.

(CA-CHQAO) - QUESTEÃO

A campanha naval foi fundamental para sufocar a resistência portuguesa na Bahia. O governo imperial contratou Lord Thomas Cochrane e um grupo de oficiais estrangeiros para comandar a recém-criada esquadra brasileira. Analise a situação do confronto naval e assinale a alternativa correta:
a) A esquadra brasileira possuía ampla superioridade numérica de navios em relação à portuguesa na barra de Salvador.
b) Cochrane estabeleceu uma base no Morro de São Paulo e usou de estratagemas, como aproveitar uma noite escura para efetuar reconhecimento e interceptar suprimentos inimigos.
c) O primeiro combate naval resultou em engajamento geral e na destruição imediata de metade das fragatas e corvetas lusitanas.
d) Os oficiais ingleses John Pascoe Grenfell e David Jewett desertaram da Marinha brasileira devido a divergências com a Junta de Cachoeira.
e) A esquadra portuguesa conseguiu romper o bloqueio marítimo em fins de junho de 1823, recebendo volumosos reforços enviados de Lisboa.

(CA-CHQAO) - QUESTEÃO

 Em 7 de janeiro de 1823, as forças navais e terrestres portuguesas realizaram uma grande ofensiva contra a Ilha de Itaparica com o objetivo de aliviar o cerco à capital, Salvador, que sofria com a fome e a hostilidade da população. A defesa bem-sucedida da ilha, conforme o texto, foi comandada por:
a) Major Luís Correia de Morais e Major Antônio de Souza Lima.
b) General Pierre Labatut e Coronel Rodrigo Falcão Brandão.
c) Almirante inglês Lord Thomas Cochrane e John Taylor.
d) Coronel José Joaquim de Lima e Silva e Major Eusébio Barreiras.
e) Tenente Alexandre de Argolo Ferrão e Major Manuel Gonçalves da Silva.

(CA-CHQAO) - QUESTEÃO

A Batalha de Pirajá, ocorrida em 8 de novembro de 1822, é considerada um dos momentos decisivos da guerra de independência na Bahia. De acordo com o relato histórico apresentado no texto, o desfecho favorável às forças brasileiras deveu-se a um episódio singular envolvendo:
a) O desembarque surpresa de infantaria portuguesa na retaguarda em Coqueiro e Bate-folha.
b) A intervenção direta de D. Pedro I, que comandou pessoalmente a bateria de artilharia vinda do Rio de Janeiro.
c) A iniciativa do corneteiro Luís Lopes, que descumpriu a ordem de retirada e tocou "Cavalaria, avançar!", confundindo e afugentando os portugueses.
d) A atuação da esquadra de Lord Cochrane, que destruiu as 40 embarcações lusitanas estacionadas em Itacaranha.
e) A superioridade numérica e de armamentos do batalhão de Pernambuco comandado pelo Coronel Barros Falcão.

(CA-CHQAO) - QUESTEÃO

Nas lutas pela emancipação política na Bahia, a resistência nacionalista estruturou-se a partir do Recôncavo Baiano, contando com a adesão de diversos segmentos sociais e a formação de corpos de voluntários. Dentre as figuras que se destacaram nesse cenário, DURLAND enfatiza a trajetória de Maria Quitéria de Jesus, que se notabilizou por:
a) Fundar a junta interina de defesa na Vila de Cachoeira para coordenar as guerrilhas.
b) Comandar o Batalhão dos Henriques, composto majoritariamente por negros libertos.
c) Assumir o comando geral das forças nacionalistas acampadas na região estratégica de Pirajá.
d) Disfarçar-se de homem para assentar praça, vindo a combater no Batalhão dos Periquitos e a impedir um desembarque inimigo.
e) Financiar com recursos próprios um empréstimo de 400 contos de réis para a compra de armamento obsoleto.

(CA-CHQAO) - QUESTEÃO

A proclamação da Independência do Brasil, em 7 de setembro de 1822, não foi aceita de maneira pacífica em todo o território nacional. Em diversas regiões, houve focos de resistência armada por parte de tropas e comerciantes lusitanos que tiveram seus interesses afetados. De acordo com o texto, as províncias que se constituíram como focos dessa reação foram:
a) São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso.
b) Bahia, Piauí, Maranhão, Pará e Província Cisplatina.
c) Pernambuco, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba e Alagoas.
d) Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Paraná, São Paulo e Espírito Santo.
e) Bahia, Sergipe, Pernambuco, Paraíba e Maranhão.

(CA-CHQAO) - QUESTEÃO

A dissolução da Assembleia Constituinte por D. Pedro I, em novembro de 1823, culminou na prisão de deputados e líderes no episódio da "Noite da Agonia". Para mitigar as tensões políticas decorrentes desse ato autoritário, o Imperador tomou uma medida que resultou na Carta Outorgada de 1824. De acordo com FARIA, essa nova Constituição estabeleceu:
a) A tripartição clássica de poderes, inspirada no modelo norte-americano de pesos e contrapesos.
b) O sufrágio universal masculino, desvinculando a capacidade eleitoral de critérios econômicos.
c) O Poder Moderador, de uso exclusivo do Imperador, com o objetivo de garantir a harmonia do Estado.
d) A total separação entre o Estado e a Igreja Católica, extinguindo o antigo regime de Padroado.
e) Um Senado temporário e renovável, cujos membros eram eleitos por voto censitário a cada cinco anos.

(CA-CHQAO) - QUESTEÃO

 As Revoltas Liberais de 1842 eclodiram nas províncias de São Paulo e Minas Gerais como reação da facção liberal contra o gabinete conservador e contra as medidas centralizadoras do governo imperial. Nomeado para sufocar a rebelião em solo paulista, o Barão de Caxias demonstrou elevado tirocínio tático ao neutralizar militarmente os revoltosos na província líder do movimento. O confronto decisivo que desarticulou a resistência das forças paulistas comandadas pelo Capitão Boaventura do Amaral foi o(a):
A) Combate de Venda Grande, onde as forças legalistas bateram os insurgentes utilizando cargas de cavalaria e infantaria.
B) Batalha de Santa Luzia, travada nas margens do rio das Velhas com o cerco da Ponte Grande.
C) Cerco de Sorocaba, onde o ex-regente Padre Diogo Antônio Feijó comandou uma retirada forçada em direção ao Sul.
D) Combate de Rocinha da Negra, no qual a Coluna Libertadora foi emboscada por milícias vindas de Rio Preto.
E) Batalha de Queluz, marcada pela destruição da ponte sobre o rio Paraibuna pelas forças paulistas.

(CA-CHQAO) - QUESTEÃO

A Balaiada (1838–1841), irrompida no Maranhão, iniciou-se a partir de disputas locais entre as facções políticas dos "Cabanos" (conservadores) e dos "Bem-te-vis" (liberais). O conflito tomou proporções dramáticas e ameaçou a integridade territorial da região. Na organização militar da reação legalista, o Coronel Luís Alves de Lima e Silva estruturou a chamada Divisão Pacificadora do Norte. A estratégia militar implementada por Lima e Silva consistia em:
A) Dividir as forças em duas colunas frontais concentradas estritamente na capital São Luís e na vila de Icatu.
B) Mobilizar uma esquadra naval de canhoneiras para bloquear os portos do Piauí e do Ceará, impedindo a fuga de Raimundo Gomes.
C) Subdividir a tropa em três colunas operacionais móveis em zonas distintas (Caxias/Pastos Bons, Vargem Grande/Brejo e Icatu), combinando ações de força e medidas político-diplomáticas.
D) Executar o enforcamento imediato de todos os 2.500 rebeldes que aceitaram os termos iniciais de rendição em Tocanguira.
E) Abandonar temporariamente o interior da província para concentrar o exército regular no cerco de 46 dias à cidade de Caxias.

(CA-CHQAO) - QUESTEÃO

Durante a Regência Una de Araújo Lima (1838–1840), o governo central buscou reprimir duramente as revoltas provinciais que ameaçavam a unidade territorial do Império. No plano legislativo, a principal medida adotada pelo Partido Regressista (Conservador) para conter o que chamavam de "Código da Anarquia" e centralizar novamente o poder político foi a:
A) Promulgação do Ato Adicional de 1834, que extinguiu o Conselho de Estado.
B) Outorga da Lei de Anistia, que perdoou os rebeldes da Cabanagem e da Sabinada.
C) Criação do Clube da Maioridade, que antecipou a coroação do Príncipe Pedro de Alcântara.
D) Aprovação da Lei Interpretativa do Ato Adicional, em 12 de maio de 1840, limitando a autonomia provincial.
E) Consolidação do Código do Processo Penal, que transferiu o poder de veto aos juízes de paz municipais.

(CA-CHQAO) - QUESTEÃO

"A criação da Guarda Nacional, em 18 de agosto de 1831, foi uma providência que correspondia à necessidade de satisfazer aos interesses da segurança nacional, com economia". Segundo as diretrizes institucionais vigentes no Período Regencial, o relacionamento e a estrutura da Guarda Nacional em comparação com o Exército regular caracterizavam-se por:
A) Completa subordinação operacional ao Exército de linha, perdendo os seus oficiais o direito ao foro militar.
B) Prioridade absoluta no recebimento de recursos e precedência hierárquica e cerimonial sobre o Exército regular.
C) Recrutamento exclusivamente voluntário voltado para cidadãos da elite agrária com idade estrita entre 18 e 45 anos.
D) Atuação militar focada unicamente na defesa das fronteiras e costas das províncias do Nordeste e da Amazônia.
E) Substituição imediata dos quadros de instrutores civis por oficiais formados na Escola Militar da Corte.

(CA-CHQAO) - QUESTEÃO

A Guerra da Cisplatina (1825–1828) envolveu o Império do Brasil e as Províncias Unidas do Rio da Prata pelo controle estratégico do estuário platino. Embora o conflito armado tenha gerado grande desgaste financeiro e impopularidade para D. Pedro I, a historiografia militar aponta que, no plano diplomático, o Brasil obteve um resultado favorável com o encerramento das hostilidades. Essa vantagem diplomática consistiu na:
A) Incorporação definitiva da Zona Missioneira ao território da Província de São Pedro do Rio Grande do Sul.
B) Concessão britânica de empréstimos subsidiados para sanar a liquidação forçada do Banco do Brasil.
C) Manutenção de Montevidéu sob o controle hegemônico da esquadra imperial chefiada por James Norton.
D) Criação do Uruguai como um Estado independente, impedindo que o estuário do Prata fosse controlado exclusivamente pelas Províncias Unidas.
E) Preservação da integridade cultural luso-brasileira na Banda Oriental mediante a expulsão total dos colonos de língua espanhola.

(CA-CHQAO) - QUESTEÃO

Em 1824, o Nordeste brasileiro foi palco da Confederação do Equador, um movimento revolucionário de caráter republicano e separatista que reagiu violentamente às medidas autoritárias de D. Pedro I. O estopim político que deflagrou essa sublevação em Pernambuco foi:
A) O assassinato em São Paulo do jornalista de ideias liberais extremistas Giovanni Líbero Badaró.
B) A outorga da Carta Constitucional de 1824 e a dissolução violenta da Assembleia Constituinte no episódio da Noite da Agonia.
C) A nomeação imperial de Francisco Pais Barreto para a presidência da Província de Pernambuco, desagradando elites locais.
D) A exigência britânica de renovação do Tratado de Comércio de 1810 e a proibição imediata do tráfico negreiro.
E) O receio generalizado de que as massas populares adotassem o modelo de igualdade social e racial ocorrido na Revolução do Haiti.

(CA-CHQAO) - QUESTEÃO

A consolidação da Independência no Norte do Brasil exigiu ações enérgicas da Marinha de Guerra. Na Província do Pará, o ambiente político encontrava-se profundamente desordenado devido a dissidências locais. De acordo com FARIA, a pacificação inicial dessa província foi conduzida por:
A) Lord Thomas Cochrane, que sitiou Belém com a nau Pedro I e ordenou o fuzilamento imediato do Cônego Batista de Campos.
B) General Francisco José de Souza Soares de Andréa, que assumiu o comando das forças navais mercenárias ainda no Primeiro Reinado.
C) Capitão John Pascoe Grenfell, que utilizou o mesmo ardil de ameaça de bombardeio empregado no Maranhão e estabeleceu uma junta governativa militar.
D) Major João José da Cunha Fidié, engenheiro militar e oficial de elite que organizou a resistência com o brigue Infante D. Miguel.
E) José Pereira Filgueiras, chefe sertanejo que marchou do Ceará à frente de uma expedição de vaqueiros para destituir os militares sublevados.

(CA-CHQAO) - QUESTEÃO

A Batalha de Pirajá, travada em 8 de novembro de 1822, foi o principal e mais violento confronto militar no processo de consolidação da Independência na Província da Bahia. Sobre esse evento bélico, assinale a afirmação correta baseada no texto:
A) A vitória brasileira consolidou-se após o General Pierre Labatut ordenar um ataque frontal de cavalaria vindo diretamente de Sergipe.
B) O Brigadeiro português Madeira de Melo conseguiu romper o cerco no Recôncavo Baiano, garantindo o abastecimento terrestre de Salvador.
C) Em um momento crítico da batalha, o recuo das tropas portuguesas foi provocado por um toque de clarim inesperado do corneteiro Luís Lopes, que desobedeceu à ordem de retirada.
D) Maria Quitéria de Jesus participou do confronto comandando a Guarda dos Henriques, corpo de tropa composto inteiramente por negros libertos.
E) A esquadra sob o comando de Lorde Cochrane destruiu as fortificações lusitanas de Itacaranha e Plataforma horas antes do combate terrestre.

(CA-CHQAO) - QUESTEÃO

 Após a proclamação da Independência em 7 de setembro de 1822, o nascente Império do Brasil enfrentou resistência em diversas províncias onde comerciantes e tropas lusitanas não aderiram à separação política. Assinale a alternativa que apresenta corretamente as regiões que se constituíram como focos de reação armada contra a autoridade de D. Pedro I:
A) São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul.
B) Bahia, Piauí, Maranhão, Pará e Província Cisplatina.
C) Pernambuco, Ceará, Paraíba e Rio Grande do Norte.
D) Mato Grosso, Goiás, Espírito Santo e Santa Catarina.
E) Paraná, Curitiba, Sorocaba e Ouro Preto.

(CA-CHQAO) - QUESTEÃO

A vinda da família real portuguesa para o Brasil, em janeiro de 1808, alterou profundamente as estruturas políticas, administrativas e sociais da colônia. A primeira Carta Régia assinada por D. João, apenas quatro dias após sua chegada, teve um impacto econômico imediato e crucial para o processo de emancipação política. Essa medida consistiu na:
A) Elevação do Brasil à categoria de Reino Unido a Portugal e Algarves, extinguindo a condição colonial.
B) Assinatura dos Tratados de Comércio e Navegação, que garantiram privilégios alfandegários exclusivos à burguesia mercantil lusa.
C) Abertura dos portos brasileiros às nações amigas de Portugal, atendendo aos interesses da elite agrária local.
D) Outorga da primeira Constituição brasileira, que instituiu o Poder Moderador de uso exclusivo do soberano.
E) Criação do regime de Padroado, que subordinava a estrutura da Igreja Católica às decisões financeiras do Estado brasileiro.

terça-feira, 26 de maio de 2026

(CA-CHQAO) - QUESTEÃO

A escolha do centro e da orientação de um mapa envolve decisões convencionais e geopolíticas. O mapa-múndi de Hobo-Dyer e o mapa criado por Stuart McArthur (1979) chamam a atenção por apresentar o planeta de forma 'invertida' (com o Sul no topo). Diante disso, analise as proposições e assinale a correta sobre as convenções cartográficas de orientação.
A) É matematicamente impossível centralizar o Brasil ou a Austrália em um planisfério sem romper com a propriedade de equivalência de Peters.
B) Durante a Idade Média, a convenção cartográfica universal exigia que o Oeste (Ocidente) figurasse sempre no topo dos mapas religiosos.
C) Os cartógrafos árabes medievais, influenciados pelos italianos, foram os pioneiros em estabelecer a obrigatoriedade do Norte na parte superior dos mapas.
D) O fato de o Norte aparecer no topo e a Europa no centro é fruto de uma convenção histórica consolidada a partir da Expansão Marítima e de tratados como a Conferência do Meridiano (1884).
E) Colocar o Norte no topo é uma imposição magnética natural do planeta, sendo incorreto fisicamente desenhar mapas com o Sul na parte superior.

(CA-CHQAO) - QUESTEÃO

Publicada em 1973 pelo historiador alemão Arno Peters, uma nova proposta de planisfério ganhou notoriedade ao se contrapor à visão eurocêntrica tradicional. A Projeção de Peters caracteriza-se por ser uma projeção do tipo:
A) Afilática pseudocilíndrica, que não adota rigor matemático e altera drasticamente o tamanho dos oceanos.
B) Azimutal equidistante, focada no Polo Norte com o objetivo de traçar rotas aéreas de curto alcance.
C) Cilíndrica conforme, mantendo a forma dos continentes idêntica à do globo, mas alterando suas áreas proporcionais.
D) Cônica equivalente, ideal para representar exclusivamente as regiões polares e temperadas.
E) Cilíndrica equivalente, mantendo a proporcionalidade das áreas representadas, embora ocorra um nítido alongamento vertical das formas nas baixas latitudes.

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