Segundo Durland Puppin de Faria, em Introdução à História Militar Brasileira, a Segunda Batalha dos Guararapes (1649) diferenciou-se da primeira por um aspecto de planejamento noturno. Qual foi a manobra realizada pelas forças luso-brasileiras que selou o destino dos holandeses?
A) A construção de uma ponte flutuante para atravessar o rio sem serem detectados.
B) A infiltração de Henrique Dias dentro de Recife para incendiar os armazéns de pólvora.
C) O contorno noturno do dispositivo holandês, ocupando os altos que dominavam as passagens antes do amanhecer.
D) O uso de sinais luminosos para coordenar um ataque conjunto com a esquadra enviada de Portugal.
E) A rendição fingida de uma ala do exército para atrair o General Van Schkoppe para uma armadilha de fogo.
Segundo FARIA, em Introdução à História Militar Brasileira, na segunda batalha, a mobilidade foi a chave. Ao ocupar os terrenos elevados (altos) durante a noite, os luso-brasileiros ganharam a vantagem da observação e do tiro, surpreendendo o dispositivo holandês ao raiar do dia.
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