Durante a fase da Insurreição Pernambucana, a doutrina da "Guerra Brasílica" não era apenas uma escolha tática, mas uma necessidade logística. Segundo FARIA, em Introdução à História Militar Brasileira,, qual era a principal diferença no tratamento de feridos e na saúde das tropas entre os dois exércitos?
A) Os holandeses possuíam hospitais de campanha superiores, enquanto os luso-brasileiros dependiam exclusivamente de curandeiros indígenas.
B) Os luso-brasileiros sofriam mais com o escorbuto devido à dieta baseada em farinha de mandioca e carne seca.
C) Os holandeses eram mais vulneráveis a doenças tropicais e ao escorbuto, enquanto a dieta luso-brasileira (frutas e raízes) oferecia uma proteção natural.
D) A logística de medicamentos era idêntica, mas os luso-brasileiros utilizavam o "fogo grego" para cauterizar feridas em combate.
E) Os luso-brasileiros evitavam o uso de água dos rios, preferindo o vinho transportado de Portugal para evitar a disenteria.
Segundo FARIA, em Introdução à História Militar Brasileira, destaca que a dieta dos luso-brasileiros, rica em alimentos da terra (vitamina C), prevenia o escorbuto, uma doença que dizimava as tropas holandesas, que dependiam de provisões europeias muitas vezes deterioradas.
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