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quarta-feira, 12 de agosto de 2026

(CA-CHQAO) - QUESTEÃO

Sobre o desfecho diplomático da Guerra da Cisplatina (1825-1828), de acordo com FARIAS, o reconhecimento da independência do Uruguai representou uma importante vitória estratégica para o Brasil porque:
A) garantiu o domínio exclusivo do estuário do Prata pelo Império do Brasil.
B) impediu que o ponto geoestratégico do estuário do Prata fosse controlado hegemonicamente pelas Províncias Unidas, além de evitar o aumento de tensões culturais ibérico-espanholas dentro do Império.
C) resultou na incorporação definitiva das Províncias Unidas ao território brasileiro.
D) forçou a Argentina a arcar com os custos das frotas navais e mercenários contratados no conflito.
E) permitiu a unificação imediata dos exércitos brasileiro e uruguaio sob o comando do Marquês de Barbacena.

(CA-CHQAO) - QUESTEÃO

Sobre a Guerra da Cisplatina (1825-1828), de acordo com Durland FARIAS Pupin, as Províncias Unidas do Rio da Prata contaram com a aliança de líderes uruguaios no confronto contra o Império do Brasil. Entre esses líderes destacaram-se:
A) Francisco de Lima e Silva e Miguel de Frias.
B) Lord Cochrane e James Norton.
C) Juan Antonio Lavalleja e Fructuoso Rivera.
D) Cipriano Barata e Frei Caneca.
E) Marquês de Barbacena e Odorico Mendes.

quinta-feira, 18 de junho de 2026

(CA-CHQAO) - QUESTEÃO

A Guerra da Cisplatina (1825–1828) envolveu o Império do Brasil e as Províncias Unidas do Rio da Prata pelo controle estratégico do estuário platino. Embora o conflito armado tenha gerado grande desgaste financeiro e impopularidade para D. Pedro I, a historiografia militar aponta que, no plano diplomático, o Brasil obteve um resultado favorável com o encerramento das hostilidades. Essa vantagem diplomática consistiu na:
A) Incorporação definitiva da Zona Missioneira ao território da Província de São Pedro do Rio Grande do Sul.
B) Concessão britânica de empréstimos subsidiados para sanar a liquidação forçada do Banco do Brasil.
C) Manutenção de Montevidéu sob o controle hegemônico da esquadra imperial chefiada por James Norton.
D) Criação do Uruguai como um Estado independente, impedindo que o estuário do Prata fosse controlado exclusivamente pelas Províncias Unidas.
E) Preservação da integridade cultural luso-brasileira na Banda Oriental mediante a expulsão total dos colonos de língua espanhola.

sábado, 25 de abril de 2026

(CA-CHQAO) - QUESTEÃO

FARIA, em introdução à história militar brasileira, argumenta que, diplomaticamente, a resolução da Guerra da Cisplatina foi considerada uma vitória para o Brasil. Qual das seguintes opções descreve as razões de ordem geoestratégica e cultural apontadas para essa interpretação?
A) Forçou a Inglaterra a pagar pesadas indemnizações ao Império para compensar os gastos com os mercenários alemães e irlandeses.
B) Impediu que as Províncias Unidas controlassem o estuário do Prata e evitou que o Brasil se tornasse uma nação multicultural com forte predominância espanhola.
C) Eliminou a ameaça de revoltas liberais no Sul do Brasil ao deportar os líderes republicanos gaúchos para Buenos Aires.
D) Permitiu ao Brasil anexar a Zona Missioneira em definitivo e consolidou o domínio exclusivo do Império sobre o comércio marítimo inglês.
E) Converteu a Província Cisplatina numa colónia partilhada igualmente entre a administração de Lisboa e o Rio de Janeiro.

(CA-CHQAO) - QUESTEÃO

A impopularidade da Guerra da Cisplatina no Brasil desencadeou reações surpreendentes nas províncias do Sul. Qual foi a atitude tomada por dezenas de republicanos do Rio Grande do Sul durante o conflito?
A) Desertaram em massa para se juntar à Confederação do Equador no Nordeste do Brasil.
B) Combateram ao lado das forças uruguaias, num movimento que antecipou a Revolução Farroupilha.
C) Declararam a independência imediata da República Rio-Grandense, forçando D. Pedro I a abandonar a Cisplatina.
D) Formaram os "Voluntários Reais" para proteger a Zona Missioneira das incursões de Fructuoso Rivera.
E) Organizaram o bloqueio de Buenos Aires em conjunto com a frota britânica de James Norton.

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