Em 1824, o Nordeste brasileiro foi palco da Confederação do Equador, um movimento revolucionário de caráter republicano e separatista que reagiu violentamente às medidas autoritárias de D. Pedro I. O estopim político que deflagrou essa sublevação em Pernambuco foi:
A) O assassinato em São Paulo do jornalista de ideias liberais extremistas Giovanni Líbero Badaró.
B) A outorga da Carta Constitucional de 1824 e a dissolução violenta da Assembleia Constituinte no episódio da Noite da Agonia.
C) A nomeação imperial de Francisco Pais Barreto para a presidência da Província de Pernambuco, desagradando elites locais.
D) A exigência britânica de renovação do Tratado de Comércio de 1810 e a proibição imediata do tráfico negreiro.
E) O receio generalizado de que as massas populares adotassem o modelo de igualdade social e racial ocorrido na Revolução do Haiti.
Segundo FARIA, em Introdução à História Militar Brasileira, embora o fechamento da Constituinte e a imposição da Carta de 1824 gerassem profunda revolta nos liberais, o "estopim da revolução foi a nomeação de Francisco Pais Barreto, como presidente da Província de Pernambuco, feita pelo Imperador, que descontentou importantes setores da sociedade pernambucana".
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