A consolidação da Independência no Norte do Brasil exigiu ações enérgicas da Marinha de Guerra. Na Província do Pará, o ambiente político encontrava-se profundamente desordenado devido a dissidências locais. De acordo com FARIA, a pacificação inicial dessa província foi conduzida por:
A) Lord Thomas Cochrane, que sitiou Belém com a nau Pedro I e ordenou o fuzilamento imediato do Cônego Batista de Campos.
B) General Francisco José de Souza Soares de Andréa, que assumiu o comando das forças navais mercenárias ainda no Primeiro Reinado.
C) Capitão John Pascoe Grenfell, que utilizou o mesmo ardil de ameaça de bombardeio empregado no Maranhão e estabeleceu uma junta governativa militar.
D) Major João José da Cunha Fidié, engenheiro militar e oficial de elite que organizou a resistência com o brigue Infante D. Miguel.
E) José Pereira Filgueiras, chefe sertanejo que marchou do Ceará à frente de uma expedição de vaqueiros para destituir os militares sublevados.
Segundo FARIA, em Introdução à História Militar Brasileira, Lord Cochrane enviou o Capitão John Pascoe Grenfell ao Pará com o brigue Maranhão (antigo Infante D. Miguel). Grenfell utilizou o mesmo ardil que Cochrane havia usado em São Luís (ameaça de destruição por bombardeio) para dominar a situação em Belém, estabelecendo em seguida uma junta governativa composta por quatro oficiais militares. O Cônego Batista de Campos foi preso e enviado ao Rio de Janeiro, não fuzilado.
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