As Revoltas Liberais de 1842 eclodiram nas províncias de São Paulo e Minas Gerais como reação da facção liberal contra o gabinete conservador e contra as medidas centralizadoras do governo imperial. Nomeado para sufocar a rebelião em solo paulista, o Barão de Caxias demonstrou elevado tirocínio tático ao neutralizar militarmente os revoltosos na província líder do movimento. O confronto decisivo que desarticulou a resistência das forças paulistas comandadas pelo Capitão Boaventura do Amaral foi o(a):
A) Combate de Venda Grande, onde as forças legalistas bateram os insurgentes utilizando cargas de cavalaria e infantaria.
B) Batalha de Santa Luzia, travada nas margens do rio das Velhas com o cerco da Ponte Grande.
C) Cerco de Sorocaba, onde o ex-regente Padre Diogo Antônio Feijó comandou uma retirada forçada em direção ao Sul.
D) Combate de Rocinha da Negra, no qual a Coluna Libertadora foi emboscada por milícias vindas de Rio Preto.
E) Batalha de Queluz, marcada pela destruição da ponte sobre o rio Paraibuna pelas forças paulistas.
Segundo FARIA, em Introdução à História Militar Brasileira, o confronto militar decisivo em São Paulo ocorreu em Venda Grande, no dia 7 de junho de 1842. As tropas legalistas, enviadas sob as diretrizes de Caxias e comandadas em campo pelo Coronel Amorim Bezerra, atacaram resolutamente os insurretos com cavalaria e infantaria, dispersando os revoltosos e pondo fim à eficácia militar do movimento paulista. A batalha de Santa Luzia ocorreu posteriormente, mas na província de Minas Gerais.
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