A Batalha de Pirajá, ocorrida em 8 de novembro de 1822, é considerada um dos momentos decisivos da guerra de independência na Bahia. De acordo com o relato histórico apresentado no texto, o desfecho favorável às forças brasileiras deveu-se a um episódio singular envolvendo:
a) O desembarque surpresa de infantaria portuguesa na retaguarda em Coqueiro e Bate-folha.
b) A intervenção direta de D. Pedro I, que comandou pessoalmente a bateria de artilharia vinda do Rio de Janeiro.
c) A iniciativa do corneteiro Luís Lopes, que descumpriu a ordem de retirada e tocou "Cavalaria, avançar!", confundindo e afugentando os portugueses.
d) A atuação da esquadra de Lord Cochrane, que destruiu as 40 embarcações lusitanas estacionadas em Itacaranha.
e) A superioridade numérica e de armamentos do batalhão de Pernambuco comandado pelo Coronel Barros Falcão.
Segundo FARIA, em Introdução à História Militar Brasileira, diante do avanço das colunas lusas, o Coronel Barros Falcão ordenou a retirada. Contudo, "o corneteiro Luís Lopes, por iniciativa, ao invés de obedecer, tocou a plenos pulmões 'Cavalaria, avançar!'." Isso fez com que as tropas portuguesas vacilassem, hesitassem e recuassem em desordem, garantindo a vitória brasileira.
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