Os impasses do desenvolvimento industrial brasileiro,
apontados pelo texto, foram enfrentados no governo
Juscelino Kubitschek (1956-1961) com o Plano de Metas,
cujo objetivo era promover a industrialização por meio
a) da associação de esforços econômicos entre o Estado,
o capital estrangeiro e as empresas nacionais.
b) da valorização da moeda nacional, da estatização de
fábricas falidas e da contenção de salários.
c) da criação de indústrias têxteis estatais e do aumento
de impostos sobre o grande capital nacional.
d) do emprego de empresas multinacionais submetidas à
severa lei da remessa de lucros, juros e dividendos para
o exterior.
e) do combate à seca no Nordeste e do aumento do salário
mínimo, com controle da inflação.
A alternativa convalida a interpretação dada pelo
próprio Juscelino Kubitschek a seu projeto desenvolvimentista por ele chamado de “capitalismo associado”, visto que resultaria da união de esforços entre
o capital externo e o nacional; ao Estado caberia
super visionar o processo e fornecer a necessária infraestrutura. Os críticos do desenvolvimentismo juscelinista preferiam falar em “capitalismo dependente”,
levando em conta a desproporção entre as partes
envolvidas.
Nenhum comentário:
Postar um comentário