Em 2025, completar-se-á 200 anos do reconhecimento da independência brasileira por Portugal por meio da assinatura do Tratado Paz, Aliança e Amizade. Mesmo que para muitos historiadores tal tratado tenha sido um desfecho melancólico dos últimos anos do reinado de D. João VI e a prova cabal do fracasso do projeto de organização de um império luso-brasileiro; para o Brasil o reconhecimento teve um custo alto.
Nos termos desse tratado intermediado pelo diplomata inglês Sir Charles Stuart, o Brasil deveria:
a) Reconhecer D. João como "Imperador do Brasil", atribuindo a ele o Poder Moderador durante o
reinado de seu filho.
b) Devolver, às expensas da fazenda brasileira, a integridade do acervo da Biblioteca Real, vinda para o Brasil com a familia real.
c) Pagar a Portugal uma compensação de 2 milhões de libras pela perda da colônia, das quais 250 mil iam diretamente para D. João VI.
d) Assumir toda a dívida portuguesa com a Coroa Britânica, incluindo o déficit comercial da balança portuguesa até 1865.
e) Manter todas as propriedades adquiridas por D. João durante sua estada no Brasil em seu nome garantindo o pleno gozo quando the conviesse.
A alternativa correta é: Pagar a Portugal uma compensação de 2 milhões de libras pela perda da colônia, das quais 250 mil iam diretamente para D. João VI.
Explicação
Pelo Tratado de Paz, Aliança e Amizade (1825), mediado pelo diplomata britânico Sir Charles Stuart, Portugal reconheceu oficialmente a independência do Brasil. Em troca:
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O Brasil pagaria 2 milhões de libras esterlinas a Portugal como indenização — valor que, na prática, foi obtido por meio de um empréstimo britânico.
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Parte dessa soma (aprox. 250 mil libras) foi destinada diretamente a D. João VI, como compensação pessoal.
As demais alternativas não correspondem às condições estabelecidas no tratado de 1825.
(Comentário de IA)
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