Sobre o período regencial brasileiro afirma-se:
I. A Constituição de 1824 previa a eleição de um regente, caso o imperador estivesse impossibilitado
de governar. Como o herdeiro era menor de idade, a
Assembléia Geral viu-se forçada a eleger tal regente.
II. Pelo Ato Adicional de 1834 substituía-se a Regência
Una por uma Regência Trina, tirava-se a autonomia
das províncias e criava-se o Conselho de Estado.
III. Foram criadas três correntes políticas: a dos chimangos (que queriam a autonomia para as províncias), a dos restauradores (que eram a favor da
monarquia e da centralização administrativa) e a dos
farroupilhas (que tinham como objetivo o retorno de
D. Pedro I ao trono imperial).
Deve-se dizer, sobre essas afirmações, que:
a) todas são corretas.
b) nenhuma é correta.
c) apenas I e II são corretas.
d) apenas II e III são corretas.
e) apenas I e III são corretas.
A Constituição outorgada em 1824 previa um governo
regencial com três membros. Em 1834, o Ato Adicional
substituiu a Regência Trina pela Regência Una. No período regencial, os três grupos políticos eram: os chimangos (moderados), defensores da centralização; os restauradores, defensores do retorno de D. Pedro I ao
trono do Brasil, e os exaltados (“farroupilhas” no Rio
Grande do Sul), defensores da autonomia provincial.