Os membros da loja maçônica fundada por José
Bonifácio em 2 de junho de 1822 (e que no dizer de Frei
Caneca não passava de um “clube de aristocratas
servis”) juraram “procurar a integridade e independência
e felicidade do Brasil como Império constitucional,
opondo-se tanto ao despotismo que o altera quanto à
anarquia que o dissolve”.
Na visão de José Bonifácio e dos membros da referida
loja maçônica, o despotismo e a anarquia eram encarnados, respectivamente,
a) pelos que defendiam a monarquia e a autonomia das
províncias.
b) por todos quantos eram a favor da independência e
união entre as províncias.
c) pelo chamado partido português e os republicanos ou
exaltados.
d) pelos partidários da separação com Portugal e da
união sul-americana.
e) pelos partidos que queriam acabar com a escravidão e
a centralização do poder.
A loja maçônica em questão era o “Apostolado”, de
tendência liberal moderada. Na época, a expressão
“Partido Português” designava os adeptos das Cortes
de Lisboa, que pretendiam recolonizar o Brasil. E os
republicanos eram tidos como radicais, cujas idéias
embutiam o perigo da anarquia política e social.