Emprega-se a vírgula para indicar, às vezes, a elipse
do verbo: “Ele sai agora: eu, logo mais.”
(Evanildo Bechara.
Moderna gramática portuguesa, 2009. Adaptado.)
Verifica-se a ocorrência de vírgula para indicar a elipse
do verbo no seguinte trecho:
a) “Entre essas duas obras de respeito (de 1915 e de
1917), impressiona o fato de Einstein ter achado tempo
para escrever uma pequena joia [...]”
b) “[...] em certas condições, o espaço pode encurtar, e o
tempo, dilatar.”
c) “[...] a teoria da relatividade geral, finalizada em 1915,
esquema teórico já classificado como a maior
contribuição intelectual de uma só pessoa à cultura
humana.”
d) “[...] Einstein adoeceu, com problemas no fígado,
icterícia e úlcera.”
e) “Ela cita, por exemplo, a teoria da deriva dos
continentes, do geólogo alemão Alfred Wegener [...]”
No enunciado, ocorre a elipse do verbo sair em “eu
saio logo mais”. Trata-se de zeugma, em que a omissão
do verbo é marcada pela vírgula. O mesmo ocorre
com o verbo poder em “o tempo pode dilatar”.
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