Em julho de 1924, a elite paulista buscava fugir da
capital bombardeada a esmo pelas forças legalistas,
descendo a serra em seus automóveis ou em táxis.
(...) O bombardeio desencadeado pelas forças legais
ao governo constituía o principal motivo do pânico.
Situadas em uma posição elevada do Alto da Penha,
um bairro ainda periférico, lançavam tiros de canhão
contra a cidade, com uma imprecisão espantosa.
(Boris Fausto. Negócios e ócios. Histórias da imigração, 1997.)
Os acontecimentos descritos no texto referem-se à:
a) Revolta dos Tenentes.
b) Revolução Constitucionalista.
c) Deposição de Washington Luís.
d) Intentona Comunista.
e) Revolta da Armada.
O texto refere-se a uma das revoltas que pontuaram o
movimento tenentista na década de 1920.
Trata-se da Revolução de 1924, irrompida em São
Paulo (com um pequeno reflexo em Alegrete/RS) sob o
comando do general Isidoro Dias Lopes – o único oficial
de alta patente a comungar com os ideais dos tenentes.
A revolta fracassou, mas foram seus participantes
(juntamente com os correligionários gaúchos) que
deram origem à Coluna Prestes.
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