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quarta-feira, 22 de maio de 2019

(QUESTÃO)

Aproximadamente entre o fim do Estado Novo (1945) e início do Regime Militar (1964), um político (“rouba mas faz”) e um partido (“de bacharéis”) encarnaram no imaginário cívico paulista e brasileiro duas atitudes opostas: a ausência e a exacerbação de moralismo, ou de ética, na política. Trata-se, respectivamente, de 

a) Jânio Quadros e do Partido Socialista Brasileiro (PSB). 
b) Jango Goulart e do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB). 
c) Carlos Lacerda e do Partido Social Democrático (PSD). 
d) Juscelino Kubitschek e do Partido Comunista Brasileiro (PCB). 
e) Ademar de Barros e da União Democrática Nacional (UDN)


A frase “Rouba mas faz”, embora não tivesse sido pronunciada por Ademar de Barros, foi atribuída àquele político paulista e amplamente repetida por seus partidários. Já a União Democrática Nacional, apesar de ser um partido com tendência golpista, caracterizava-se pelo discurso moralista e pelo comportamento pessoal ético de seus membros.

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