Aproximadamente entre o fim do Estado Novo (1945) e
início do Regime Militar (1964), um político (“rouba mas
faz”) e um partido (“de bacharéis”) encarnaram no imaginário cívico paulista e brasileiro duas atitudes opostas:
a ausência e a exacerbação de moralismo, ou de ética,
na política.
Trata-se, respectivamente, de
a) Jânio Quadros e do Partido Socialista Brasileiro
(PSB).
b) Jango Goulart e do Partido Trabalhista Brasileiro
(PTB).
c) Carlos Lacerda e do Partido Social Democrático
(PSD).
d) Juscelino Kubitschek e do Partido Comunista
Brasileiro (PCB).
e) Ademar de Barros e da União Democrática Nacional
(UDN)
A frase “Rouba mas faz”, embora não tivesse sido pronunciada por Ademar de Barros, foi atribuída àquele
político paulista e amplamente repetida por seus partidários. Já a União Democrática Nacional, apesar de ser
um partido com tendência golpista, caracterizava-se
pelo discurso moralista e pelo comportamento pessoal
ético de seus membros.